As
taxas de juro que os bancos praticam no Brasil, assumem quase o
título de agiotagem.
Taxa
de juros do cheque especial em maio 311,3% ao ano;
Taxa
de juros do rotativo do cartão de crédito 471,3% ao ano;
Taxa
média das compras parceladas com juros 148,9% ao ano;
Taxa
do crédito pessoal, sem considerar operações consignadas (com
desconto das prestações em folha de pagamento), caiu 0,9 ponto
percentual para 129,9% ao ano. A taxa do crédito consignado caiu 0,1
ponto percentual para 29,6% ao ano.
A
inadimplência do crédito, considerados atrasos acima de 90 dias,
para pessoas físicas é de 6,3%.
No
caso das empresas, a taxa de inadimplência é de 5,4%.
A
taxa média de juros cobrada das pessoas jurídicas 30,6% ao ano.
Esses
dados são do crédito livre, em que os bancos têm autonomia para
aplicar o dinheiro captado no mercado e definir as taxas de juros.
No
caso do crédito direcionado (empréstimos com regras definidas pelo
governo, destinados, basicamente, aos setores habitacional, rural e
de infraestrutura) a taxa de juros para as pessoas físicas 10,4% ao
ano. A taxa cobrada das empresas 11,8% ao ano.
O
saldo de todas as operações de crédito concedido pelos bancos, em
maio, ficou em R$ 3,144 trilhões. Esse valor correspondeu a 52,4% de
tudo o que o país produz, Produto Interno Bruto (PIB), ante o
percentual de 52,6% registrado em abril deste ano.
Taxa
de juros de referência SELIC 14,25% ao ano.
Os
dados aqui apresentados são do Banco Central do Brasil.
(UltimasOnline
– Ricardo Pocinho)


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