O
Chile adotou, nesta segunda-feira, uma legislação alimentar
restritiva para lutar contra a obesidade, obrigando a indicar nos
rótulos as taxas de açúcar e de gorduras saturadas e proibindo a
venda dos Kinder Surpresa.
“O
Chile posiciona-se como um país pioneiro no mundo no que diz
respeito a uma alimentação saudável”, salientou a ministra da
Saúde Carmen Castillo num comunicado.
O
país, considerado um modelo de crescimento económico na América
latina, é também um dos principais consumidores de bebidas
açucaradas da região e mais de 60% dos chilenos (entre os quais um
terço de crianças com menos de seis anos) têm excesso de peso.
A
lei que entrou hoje em vigor levou cinco anos a ser aprovada, mais
quatro anos para dar tempo à indústria agroalimentar, que fez uma
pressão intensa, de se adaptar.
Promete
revolucionar os rótulos dos produtos vendidos nas lojas que vão
passar a indicar os alimentos ricos em gorduras saturadas, açucares,
sódio e calorias.
