O
caso do jovem afegão que feriu cinco pessoas a golpes de machado e
de faca num comboio na noite de segunda-feira na cidade de Wuerzburg,
no Sul da Alemanha, deixando duas delas em estado grave, é o exemplo
mais recente de uma vaga de ataques levados a cabo por indivíduos
isolados que tem como denominador comum o facto de os seus autores
reivindicarem ligações ao Estado Islâmico (EI) ou deste grupo
assumir a responsabilidade por estas ações.
Como
sucedeu a seguir ao ataque de Wuerzburg e também no sucedido em
Nice, que causou a morte de 84 pessoas e centenas de feridos.
