Ban
Ki-moon, secretário-geral da Organização das Nações Unidas
(ONU), condenou, neste sábado, o “desprezível” atentado
ocorrido este sábado em Cabul que causou pelo menos 80 mortos.
O
ataque suicida, reivindicado pelo grupo terrorista autodenominado de
Estado Islâmico (EI), teve como objetivo uma manifestação pacífica
da minora étnica hazara, que protestava por um projeto elétrico do
governo, no Afeganistão.
No
atentado participaram três atacantes, segundo as autoridades afegãs.
Um deles fez explodir os explosivos que tinha no corpo, o segundo
falhou a sua intenção de ativar os que transportava e o terceiro
foi abatido por forças de segurança.
“Este
desprezível crime teve como objetivo cidadãos que pacificamente
exerciam os seus direitos humanos fundamentais”, afirmou Ban
Ki-moon através do seu porta-voz que distribuiu a declaração
durante uma conferência de imprensa.
O
titular da ONU transmitiu o seu pesar às famílias das vítimas,
expressou a sua solidariedade com o povo do Afeganistão e pediu que
“os responsáveis deste ataque sejam levados perante a justiça”.
“Como
resultado do ataque, 80 pessoas foram mortas e 231 ficaram feridas”,
disse o ministro da Administração Interna do Afeganistão.
“Com
base na informação disponível, o ataque foi realizado por três
bombistas suicidas, o terceiro foi abatido pelas forças de
segurança”, acrescenta.
As
vítimas do ataque sobrecarregaram os hospitais da cidade, segundo as
autoridades, e multiplicavam-se os apelos à doação de sangue,
divulgados pela comunicação social.
Os
serviços secretos do Afeganistão disseram que o ataque foi
organizado por Abu Ali, um comandante do Estado Islâmico em
Nangarhar.
A
manifestação pacífica era essencialmente composta por xiitas
hazaros, que protestavam contra a localização de uma linha de alta
tensão, considerando que ignora a sua comunidade.
“O
horroroso ataque a um grupo de manifestantes pacíficos, em Cabul,
demonstra o desrespeito que estes grupos armados têm pela vida
humana”, refere uma declaração da Amnistia Internacional.
Para
a organização, estas situações “vêm lembrar que o conflito no
Afeganistão não está a abrandar, como alguns acreditam, mas a
aumentar” com consequências que deviam “alarmar todos”Ban
Ki-moon, secretário-geral da Organização das Nações Unidas
(ONU), condenou, neste sábado, o “desprezível” atentado
ocorrido este sábado em Cabul que causou pelo menos 80 mortos.
O
ataque suicida, reivindicado pelo grupo terrorista autodenominado de
Estado Islâmico (EI), teve como objetivo uma manifestação pacífica
da minora étnica hazara, que protestava por um projeto elétrico do
governo, no Afeganistão.
No
atentado participaram três atacantes, segundo as autoridades afegãs.
Um deles fez explodir os explosivos que tinha no corpo, o segundo
falhou a sua intenção de ativar os que transportava e o terceiro
foi abatido por forças de segurança.
“Este
desprezível crime teve como objetivo cidadãos que pacificamente
exerciam os seus direitos humanos fundamentais”, afirmou Ban
Ki-moon através do seu porta-voz que distribuiu a declaração
durante uma conferência de imprensa.
O
titular da ONU transmitiu o seu pesar às famílias das vítimas,
expressou a sua solidariedade com o povo do Afeganistão e pediu que
“os responsáveis deste ataque sejam levados perante a justiça”.
“Como
resultado do ataque, 80 pessoas foram mortas e 231 ficaram feridas”,
disse o ministro da Administração Interna do Afeganistão.
“Com
base na informação disponível, o ataque foi realizado por três
bombistas suicidas, o terceiro foi abatido pelas forças de
segurança”, acrescenta.
As
vítimas do ataque sobrecarregaram os hospitais da cidade, segundo as
autoridades, e multiplicavam-se os apelos à doação de sangue,
divulgados pela comunicação social.
Os
serviços secretos do Afeganistão disseram que o ataque foi
organizado por Abu Ali, um comandante do Estado Islâmico em
Nangarhar.
A
manifestação pacífica era essencialmente composta por xiitas
hazaros, que protestavam contra a localização de uma linha de alta
tensão, considerando que ignora a sua comunidade.
“O
horroroso ataque a um grupo de manifestantes pacíficos, em Cabul,
demonstra o desrespeito que estes grupos armados têm pela vida
humana”, refere uma declaração da Amnistia Internacional.
Para
a organização, estas situações “vêm lembrar que o conflito no
Afeganistão não está a abrandar, como alguns acreditam, mas a
aumentar” com consequências que deviam “alarmar todos”




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