Cinco
policiais morreram e outros seis ficaram feridos, além de civis,
após um atirador disparar em
meio a um protesto contra a
violência policial na noite da última quinta-feira, dia 7, em
Dallas, no Estado americano do Texas.
O
autor dos disparos, Micah
Xavier Johnson, de 25 anos, foi morto na cena do crime, por
um “robot bomba”.
Segundo
o chefe da Polícia de Dallas, David Brown, Johnson dizia estar
cansado da violência policial contra negros e que queria matar
agentes policiais
brancos.
Oficiais
da polícia de Dallas, nos Estados Unidos, disseram que o atirador
Micah Xavier Johnson, de 25 anos, agiu sozinho no ataque que deixou
cinco policiais mortos e outros sete feridos na noite de
quinta-feira.
De
acordo com o jornal The
New York Times, o
jovem tinha a ficha criminal limpa e era um veterano do Exército dos
Estados Unidos, depois de ter servido no Afeganistão. Após atirar
contra os agentes durante um protesto pelo fim da violência
policial, Johnson se isolou em um estacionamento e continuou
ameaçando os oficiais, o
atirador rejeitou as tentativas de negociação e foi morto com um
robot bomba,
controlado pela polícia.
O
“robot bomba”a" usado pela polícia de Dallas contra um dos
autores do massacre registrado na última noite, Micah Xavier
Johnson, nunca tinha sido utilizado antes pelas forças policiais nos
Estados Unidos.
A
informação foi divulgada pelo especialista em robótica da New
America Foundation, Peter Singer, autor do livro "Wired for War"
("Plugado para Guerra", em livre tradução do inglês).
O
chefe da polícia de Dallas, David Brown, explicou aos repórteres
que, após horas de negociações infrutíferas, e a fim de evitar
qualquer perigo maior para os agentes, seu departamento decidiu usar
o robô armado com uma bomba. “Nós não vimos outra opção”,
acrescentou.
Recheado de explosivos, o Marcbot
(nome oficial do robot)
já tinha sido usado antes por tropas dos EUA no Iraque. Equipado com
uma câmera, o uso do robô permite averiguar locais perigosos sem
colocar em perigo as forças de segurança americanas e, em caso de
necessidade, pode ser detonado por um sinal remoto.
Até
o momento, a polícia americana havia usado o artifício apenas para
negociar com sequestradores ou pessoas ameaçando.



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