Entrada
na magnetosfera do gigante gasoso produz ruído surpreendente agora a
ser estudado pelos cientistas da NASA
A
sonda Juno entrou esta terça-feira em órbita de Júpiter, após uma
manobra de 35 minutos, para uma missão dedicada à recolha de dados
acerca das origens, estrutura, magnetosfera e atmosfera do maior
planeta do sistema planeta.
Os
especialistas da Agência Espacial Americana têm, contudo, dados e
enigmas para desvendar desde 24 de junho, altura em que o aparelho
cruzou o campo magnético jupeteriano e captou um som arrepiante.
À
medida que os ventos solares desaceleraram e aqueceram com a
aproximação da sonda ao gigante campo magnético de Júpiter foi
produzido o ruído agora recolhido pelo aparelho. A impressão sonora
deste choque foi captada durante duas horas, o que é impressionante
já que a sonda, nessa ocasião, estava a viajar a pouco mais de 240
mil quilómetros por hora, reporta o The
Verge.
A
magnetosfera jupiteriana , que é considerada a maior estrutura do
Sistema Solar, é 20 mil vezes mais forte do que o campo magnético
terrestre e está constantemente a ser "bombardeada" por
partículas provenientes do Sol, os chamados ventos solares.

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