O
Papa emérito Bento XVI reafirma no seu último livro de memórias
que ninguém o pressionou a deixar a chefia da Igreja Católica, mas
admite que não teve em muitos momentos a determinação necessária
para resolver os problemas do Vaticano.
Bento
XVI, refere-se também, pela
primeira vez, ao grupo a que a imprensa italiana apelidou de “lobby
gay”, alguns
responsáveis da Igreja que
tinham como principal objectivo proteger as suas carreiras, diz.
O
livro “Últimas Conversas”, o resultado de longas horas de
entrevista com o jornalista alemão Peter Seewald, só será
publicado no início de Setembro, mas o jornal Corriere
della Sera, que
comprou os direitos de publicação, antecipou já algumas das
principais revelações feitas por Bento XVI, que vive desde 2013 num
convento nos jardins do Vaticano.
