Uma
bomba explodiu pouco depois de Pavel Sheremet, um conhecido
jornalista de investigação de 44 anos que incomodava políticos e
milionários poderosos na Rússia, Ucrânia e Bielorrúsia ter ligado
o motor, no centro de Kiev.
Eram
7h45 (hora local), ia para a Rádio Vesti, onde tinha um programa
matinal, para além de trabalhar no site de
jornalismo de investigação Ukrainska
Pravda, a
explosão foi tão
forte que partes do carro foram atiradas ao ar.
Sheremet
era bielorrusso, mas há muito tempo que estava fora do seu
país natal, habitualmente
designado como a “ultima ditadura na Europa”, tornou-se
bem conhecido pelas críticas abertas ao Presidente Alexander
Lukashenko, foi porta-voz da organização Charter 97, que produziu
uma declaração em 1997 apelando ao respeito da democracia e
direitos humanos na
Bielorrússia.
