Todos
os meses, quase meio milhão de pesquisas feitas no Google resultam
em conteúdos com ligações a material do autoproclamado Estado
Islâmico, a denúncia é feita por um grupo de investigadores que
sugere à empresa que detém o motor de busca que elimine o conteúdo
extremista, a fim de dificultar a sua propagação.
“Muitos
dos sites académicos islâmicos alojam material extremista,
incluindo material jihadista, muitas vezes sem avisos ou restrições”,
alerta o estudo Uma
guerra de palavras-chave,
citado pelo The Guardian.
É
o caso de sites “que
oferecem conteúdo tradicional islâmico, bem como material
extremista”, denuncia o estudo, sendo
fácil, por isso, encontrar,
mesmo que involuntariamente, conteúdo
extremista enquanto se lê literatura islâmica, aponta o documento.
