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Papa encerrou as Jornadas Mundiais da Juventude, em Cracóvia, na
Polónia, desafiando os
participantes a olharem para lá da gratificação imediata que lhes
oferecem as novas tecnologia e a usarem a sua energia para
construir “uma nova humanidade, sem ódios nem fronteiras”. Numa
homilia recheada de referências informáticas, Francisco pediu aos
mais novos que façam das orações o “chat”
mais usado e do Evangelho o “navegador” das suas vidas.
Foi
um autêntico mar de gente, colorido e festivo, o que se juntou em
Brzegi, a poucos quilómetros da histórica cidade polaca, para ouvir
uma última vez o Papa, depois de uma noite de vigília. A polícia
não adiantou números, mas a segurança do evento apontou para 1,5
milhão de pessoas e alguns relatos davam mesmo conta de três
milhões.

