A
entrada de quase 1,9 milhão de migrantes na Europa em 2015 permitiu
que o continente equilibrasse o crescimento demográfico no ano
passado, quando, pela primeira vez, mais pessoas morreram do que
nasceram na União Europeia (UE).
Os
dados atualizados foram divulgados pela agência europeia de
estatísticas (Eurostat), nesta sexta-feira.
Seguindo
a tendência verificada nos últimos anos, os
maiores índices de natalidade ocorreram ne França, na
Irlanda, no Reino Unido e na Suécia, países nos quais a taxa de
nascimentos permanece superior à de falecimentos.
