O
Vaticano anunciou esta quarta-feira que o Papa Francisco aceitou a
resignação do arcebispo brasileiro Aldo Di Cillo Pagotto, da
Arquidiocese da Paraíba, Brasil, acusado de encobrir casos de
pedofilia cometidos por membros da sua diocese.
Dom
Aldo foi obrigado a abdicar do seu posto segundo uma lei da igreja
católica que diz que os arcebispos devem afastar-se se existirem
“motivos fortes”, com
66 anos, o arcebispo “é
acusado de ter abrigado padres e seminaristas acusados de abusar
sexualmente de menores e expulsos por outros bispos”l,
segundo o jornal brasileiro O
Globo.
Na
carta de renúncia apresentada ao Vaticano, Dom Aldo afirma que
cometeu erros “por confiar demais, numa ingénua misericórdia”.
"Acolhi padres e seminaristas, no intuito de lhes oferecer novas
chances na vida. Entre outros, alguns egressos, posteriormente
suspeitos de cometer graves defecões, contrárias à idoneidade
exigida no sagrado ministério", destaca.
Em
circunstâncias normais, Dom Aldo seria arcebispo até aos 75 anos.
No
comunicado, publicado
pelo Vaticano que afirma que o Papa Francisco “aceitou
a demissão” do arcebispo
de Paraíba, é citado o parágrafo
2º do artigo 401 do
