Cruz Vermelha acusada de racismo

A Cruz Vermelha norte-americana viu-se obrigada a pedir desculpa por causa de um cartaz que pretendia sensibilizar os utilizadores de piscinas para aqueles que seriam os melhores comportamentos a adotar do ponto de vista da segurança.
O cartaz, que entretanto foi retirado do site oficial do organismo, mostrava um desenho com crianças a brincar na piscina, salientando com setas aquelas que seriam as formas corretas e incorretas de estar. Só que houve quem ali visse indícios de racismo.

É que a maioria das crianças às quais é indicado um mau comportamento (mergulhar do solo ou empurrar outra criança, por exemplo) é de raça negra, enquanto que as crianças brancas têm um bom comportamento, pormenor em que repararam algumas pessoas, que trataram de o comentar redes sociais. A alegada discriminação assumiu proporções tais que a Cruz Vermelha americana emitiu um comunicado a pedir desculpa.
Não era nossa intenção ofender ninguém”, realçou o organismo, reafirmado o seu compromisso com a diversidade e inclusão. A Cruz Vermelha norte-americana retirou o cartaz do site e contactou as infraestruturas com piscina para as quais este havia sido distribuído para o retirarem.

O organismo lançara mais esta campanha no âmbito da segurança aquática com o objetivo de reduzir a taxa de afogamentos nas piscinas em 50 comunidades de risco nos próximos cinco anos, ensinando pelo menos 50 mil pessoas a nadar. 

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