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O
Estado Islâmico (EI), indiferente ao Ramadão, mês sagrado para os
muçulmanos, matou 190 pessoas em cinco dias em três países:
Turquia, Bangladesh, Iraque, o último dos ataques ocorreu durante a
noite de sábado no bairro xiita de Al-Karrada, em Bagdad, na altura
em que muitos fiéis se preparavam para quebrar o jejum após o pôr
do sol. Um bombista suicida fez explodir a viatura armadilhada em que
seguia no meio da multidão que se encontrava junto à geladaria
Yabar Abu al-Sharbat, fala-se em mais de 130 mortos e 130 feridos.
Muitos
dos mortos, eram crianças cujas famílias acorreram em desespero às
ruas para tentar encontrá-las. A explosão provocou um enorme
incêndio na rua comercial da capital iraquiana e vários edifícios
circundantes sofreram danos significativos, entre eles o Centro
Al-Hadi.
O
EI reivindicou o atentado através de um comunicado que foi citado
pelas agências internacionais: “No quadro das permanentes
operações de segurança dos soldados do califado na cidade de
Bagdad, o irmão mujaheedin Abu Maha al-Iraqui conseguiu detonar o
seu veículo bomba no meio de uma concentração de renegados”.
O primeiro-ministro iraquiano deslocou-se ao bairro de Al-Karrada e não foi muito bem recebido pela população local, “Depois de terem sido expulsos dos seus campos de batalha, os terroristas cometem estes ataques com explosivos num ato desesperado”, declarou Haidar al Abadi.
O primeiro-ministro iraquiano deslocou-se ao bairro de Al-Karrada e não foi muito bem recebido pela população local, “Depois de terem sido expulsos dos seus campos de batalha, os terroristas cometem estes ataques com explosivos num ato desesperado”, declarou Haidar al Abadi.
O
governante referia-se ao facto de as tropas iraquianas terem
recuperado o controlo da cidade de Fallujah, que estava nas mãos do
EI desde o início do ano de 2014. Depois do terrorismo da Al-Qaeda,
no pós-queda de Saddam Hussein, o Iraque enfrenta o Estado Islâmico.


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