Os
ativistas angolanos condenados em março por atos preparatórios para
uma rebelião e associação de malfeitores começaram a deixar o
Hospital-Prisão de São Paulo, em Luanda, nesta quarta-feira, depois
da ordem de libertação emitida pelo Tribunal Supremo de Angola.
Naquele
estabelecimento prisional estavam pelo menos 12 ativistas, enquanto
os restantes estavam distribuídos pelas cadeias de Viana e de
Caquila, arredores de Luanda.
O
ativista Nito Alves, um dos 17 condenados, vai permanecer na cadeia
até agosto por estar a cumprir uma outra pena, não abrangida pelo
'‘habeas corpus’', por ofensas ao tribunal, durante este
julgamento.
