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Japão reforça medidas para dinamizar economia

O Governo japonês vai lançar uma nova ronda de medidas de estímulo orçamental para dinamizar a economia nipónica. A adopção de mais medidas da política conhecida como Abenomics, destinadas a dinamizar a procura interna, foi confirmada pelo primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, no rescaldo de uma vitória eleitoral no Senado japonês.
Abe já tinha prometido mais medidas económicas para reforçar o impulso expansionista da política orçamental do Governo, para combater a deflação, inverter os sinais de estagnação da economia depois de as medidas do banco central do país não produzirem os resultados esperados.

Governo de Angola com “abordagem negligente”

A Economist Intelligence Unit (EIU) considera que a desistência de Angola de obter financiamento do Fundo Monetário Internacional (FMI) é “uma abordagem negligente dada a seriedade dos desafios económicos e financeiros” que o país enfrenta.
De acordo com uma nota de análise dos peritos da unidade de análise económica da revista britânica The Economist, “esta mudança de abordagem é negligente dada a seriedade dos desafios económicos e financeiros que Angola enfrenta” e por causa da falta de receitas que resulta dos preços baixos do petróleo e da fraca capacidade de governação".

Moody's antecipa incerteza económica Reino Unido

A agência de notação financeira Moody’s baixou as perspectivas sobre a dívida pública do Reino Unido, passando-as de estáveis para negativas e avisou que a nota dada ao país poderá ser alterada em breve, devido ao impacto do “Brexit” nos mercados e na economia.
Depois do referendo de quinta-feira, onde os britânicos decidiram por maioria deixar a União Europeia (EU), a Moody’s baixou as perspectivas da dívida por considerar que há o risco de o crescimento da economia ser mais fraco do que o previsto e de uma degradação das contas públicas do Reino Unido.
Durante os próximos anos, em que o Reino Unido terá de renegociar as suas relações comerciais a EU, a Moody’s antecipa que a incerteza, a diminuição da confiança e a redução das despesas e do investimento resulte num crescimento mais fraco”, refere a agência num comunicado divulgado na noite de sexta-feira.
Mas os alertas quanto aos aos impactos do “Brexit” não ficam por aqui. “O Reino Unido tem um dos défices orçamentais mais elevados, no conjunto das economias avançadas, e reduzir o crescimento do PIB dificultará a implementação do plano de consolidação orçamental previsto pelo Governo [do primeiro-ministro demissionário David Cameron]”, diz a Moody’s.